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Danças |
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A Dança da Bengala De
origem egípcia, mais precisamente da região de Saaid, a
Dança da Bengala ou Bastão, que se baseia na luta marcial
conhecida como Tahtib, remonta o antigo cenário em que homens e
mulheres utilizavam um cajado, visando agrupar rebanhos, defender-se ou
simplesmente auxiliar no equilíbrio de suas caminhadas. |
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A
Dança do Candelabro O
casamento árabe Fontes: www.souham.com.br e www.lulusabongi.com.br
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A Dança da Espada Existem
várias lendas para a origem da Dança da Espada. Uma delas
diz que a dança é uma homenagem à deusa guerreira
Neit, mãe de Rá, que simbolizava a destruição
dos inimigos e a abertura dos caminhos. Outra conta que, na Antigüidade,
as mulheres roubavam as espadas dos guardiões do rei para dançar,
a fim de mostrar que a cimitarra era muito mais útil artisticamente
do que em lutas, que resultava em mortos e feridos.
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Dança do Jarro
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Dança do Pandeiro O pandeiro sempre esteve presente nas rodas de dança. Na maioria das vezes, eram as mulheres que o tocavam para que outras delas bailassem. Com a influência da cultura cigana, entretanto, a mulher passou a acompanhar o ritmo da música com o instrumento enquanto dançava, sempre com sentido de comemoração, de alegria e festa.
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Dança do Punhal A Dança do Punhal é uma reverência à deusa Selkis, rainha dos escorpiões; e representa a morte, a transformação e o sexo.
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Dança da Serpente A
serpente é considerada um animal sagrado, símbolo da sabedoria.
Antigamente, sacerdotisas dançavam com cobras de metal (não
muito raro, em ouro), e soberanas as tinham como bichos de estimação.
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Dança dos Snujs Os
snujs são pequenos címbalos de metal, que eram utilizados
nos Festivais dos Deuses pelas sacerdotisas nos antigos Templos, no Egito.
Diz-se que este instrumento de percussão, quando tocado, traz vibrações
positivas e retira maus fluidos do ambiente. Por essa razão, o
snuj era dedicado à Deusa Bast, aquela cujo rosto apresentava feições
de gato, que era considerada a grande protetora das dançarinas.
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Dança das Taças A
Dança das Taças faz parte do folclore egípcio. Assim
como a Dança do Candelabro, ela também é apresentada
especialmente em festas de casamentos, aniversários e batizados,
e tem a vida representada pela chama das velas.
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Dança dos 7 Véus O
véu é um dos símbolos mais comuns da dança
do ventre. Por ser transparente, ele envolve a bailarina em um clima de
mistério e magia, principalmente quando ela o utiliza para emoldurar
o rosto ou o corpo.
Pesquisa de Lina Mansur: A dança
dos sete véus é um dos mais famosos, belos e misteriosos
ritos primitivos. Embora muita gente acredite que se trata da mais antiga
versão do strip-tease, a dança não tinha um caráter
erótico. Não era praticada em ritos de fecundação,
mas pelas sacerdotisas dentro dos templos da Deusa Egípcia Ísis.
A sacerdotisa oferecia a dança para a Deusa Isis, que dentro dela
existe, e lhe da beleza e força. |
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Derbake
Dicas
para você acompanhar um solo de Derbake: |
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Khalige Khalige é uma dança típica dos países do Golfo Pérsico. Nela, os cabelos representam um papel fundamental, uma vez que o corpo fica praticamente todo coberto por uma grande túnica.
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Nadima
Murad- Qualidade em Dança do Ventre
Honório Siqueira Dias, 780 - Bairro Higienópolis - Porto Alegre
- RS - Brasil
Fone: (051) 3371.1658 - (051)9985.5922 - e-mail:
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